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Page history last edited by Aline 1 year, 2 months ago

Apresentação:                                                                            Acesso: 

Oi, sou professora de matemática!

É só o que eu sei fazer "bem" !!! heheh

 

 

DEZEMBRO DE 2010 (ULTIMA ATUALIZAÇÃO): PORTFÓLIOS DE MATEMÁTICA

MInha dissertação: http://matematicalegre.pbworks.com/w/page/32693951/Disserta%C3%A7%C3%A3o%3A-Portf%C3%B3lio-de-Matem%C3%A1tica

Aplicativo da minha dissertação: http://matematicalegre.pbworks.com/w/page/32168437/Aplicativo-do-Portf%C3%B3lio-de-Matem%C3%A1tica-online

 

 

Site Legal: PEAD 

Mensagem: FelizMetadeDoAno.pps 

Relatório dos Eventos que participei em 2010

Extra:

Apresentação em modelo Power Point de 26/04/2010 no Fórum do PPGENSIMAT-IM-UFRGS referente ao meu Projeto (quase concluído, he) de Dissertação de Mestrado sob a orientação do Prof. Dr. Marcus Vinícios de Azevedo Basso:

 

 

Ah...o poster impresso em versão ppt onde tem o modelo de avaliação dos portfólios de matemática e a tabela do Enem necessária estarão disponíveis após a apresentação no X ENEM/2010. ok?

 

 

Qualquer dúvida estou a disposição e agradeço a participação de todos, assim como vou adorar sugestões. Da mesma forma quem desejar adotar esta prática educativa: eu ajudo no que for possível.

Ressalvo a participação dos meus colegas de mestrado Paulo e Valéria, e atulamente Willi em realizar em suas salas de aula o trabalho dos Portfólios de Matemática. Obrigada pela credibilidade.

 

MUITO OBRIGADA!

 

Contato: vivaexatas@yahoo.com.br

 

Introdução: 

 

Este ambiente, no período de 2009/2, será destinado a disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação Matemática, ministrada pelos Prof. Marcus Basso e Profa. Maria Alice Gravina, referente ao Programa de Pós-Graduação em Ensino de Matemática da UFRGS.

 

Link ao que se refere a Prof. Maria Alice:Continuação - Professora Maria Alice

 

Trabalho 1:

 

O trabalho “um” é composto de três itens: Vídeos e Objetos de Aprendizagem na sala de aula; e Periódicos que subsidiam as minhas escolhas de “aulas de matemática”.

O tema Geometria é fascinante em Matemática, pois está presente em nosso cotidiano, ou melhor, faz parte de tudo em nossa vida. O mesmo é abandonado1 pela “Escola” de forma geral, mas neste momento não cabe ressaltar os motivos, apenas salientar que o “mundo sendo geométrico como não abordar este tema na Escola, e ainda sob diferentes perspectivas, como em Artes, História, Física e Língua Portuguesa”.

 

A pesquisa foi realizada no Portal WEBEduc do MEC, Portal do Professor e site da Biblioteca da UFRGS, entre os dias de 31 de agosto e 12 de setembro, sendo necessário, aproximadamente, 28 horas para a realização do mesmo.

 

Motivação para a pesquisa: Atualmente leciono 7ª séries e estou retomando ou construindo conceitos significativos de geometria a partir do que é interessante na perspectiva dos alunos. As duas turmas adoram jogos e estar ao ar livre (como em visitação ao Jardim Botânico), são encantados com a tecnologia, e além de muito agitados e afetivos, regem de forma muito receptiva a qualquer proposta de aula “diferente”, principalmente quanto se trata de interdisciplinaridade (Artes e História).

 

Vídeos (Portal Domínio Público)

Título do Vídeo: Diálogo Geométrico (me001052)

Tempo de Vídeo: 9 min e 53 seg.

Assunto: Polígonos de Platão, em especial o triângulo; e o teorema de Pitágoras.

Roteiro de Atividade:

Tempo da Atividade: 2 horas aulas, ou seja, 1h e 40 min.

Inicialmente perguntaria:

  1. Há formas geométricas na natureza?Quais?

  2. Você conhece quantas formas geométricas? Como as diferencia?

  3. Sabe a diferença de figura para sólido?Exemplifique.

  4. Por que a forma triangular é usada no portão dos fundos da Escola?

  5. Por que o suporte da máquina de fotografia é “triangular”?

  6. Você sabe o que é um ângulo reto? E um triângulo retângulo?

  7. Lembra o que é Teorema de Pitágoras?

Após esta troca de ideias ou simplesmente questionamento individual, assistiríamos ao vídeo. E em seguida, cada aluno deve fazer um relatório em duas colunas: tudo que eu já sabia e o que aprendi de novidade com este vídeo.

Num segundo momento, construiria os polígonos de Platão, por exemplo, em papel.

                                                                                                                               

Objetos de Aprendizagem (Portal do Professor)

1) Título do Objeto – Aula: Será que o Pitágoras responde?

Aula do Professor: Marco Antonio Amaral / Curitiba – PR

Além da aula no módulo há um Experimento Prático – Experimentoteca 12: Comprovação do Teorema de Pitágoras.

Recursos: Música, Software Régua e Compasso, Material concreto sobre o Tangran, e Vídeo complementar.

Assunto: Teorema de Pitágoras.

Tema: Álgebra.

 

O módulo é proposto para o Ensino Fundamental em geral. Considero relevante destacar que de acordo com os PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), o teorema de Pitágoras é referido nas séries finais do Ensino Fundamental, em destaque na sétima série por “influência” dos Produtos Notáveis.

O tema da aula é álgebra, porém as atividades são “geométricas” e faz uso de material manipulativo tanto o software referido como o tangran de “papel”. Desta forma, o professor está abordando o Teorema de Pitágoras sob a perspectiva da Matemática Moderna, isto é, a geometria é usada como recurso ilustrativo a álgebra?!

 

Inicialmente a atividade começa com Música e aula expositiva, depois o software Régua e Compasso, e atividade (1e 2). A aula expositiva inicia com um exemplo numérico e já é dada a fórmula do Teorema de Pitágoras, faz uso: da forma do quadrado e sua área, do triângulo retângulo, e da área do círculo. Sendo o objetivo da aula: conhecer a história da Teoria de Pitágoras de Samus, definir e compreender a linguagem matemática, saber efetuar cálculos com números algébricos, saber resolver situações problemas. Alem disso os pré-requisitos são: unidades de medidas e figuras geométricas.

Ressalvo:

  1. a atividade não requer unidades de medida, apenas no exemplo fez referencia aos “cm”,mas nem destacou “cm2”;

  2. não há demonstração, apenas uma representação, e nem uma linguagem na atividade a ser analisada?!

  3. o software é abordado de forma “ilustrativa” ou de “recreação”, não considero relevante e nem interativo como foi proposto;

  4. não encontra-se no módulo situações problemas e nem cálculos algébricos?!

  5. o tempo previsto é de 2 horas/aulas, totalizando 1h e 40min, este é insuficiente!!!

  6. o visual da atividade é organizado,diversificado, contudo não adequado a proporcionar autonomia ao aluno e nem faz uso propício das mídias como recursos de aprendizagem.

 

A atividade tem “boas intenções” como relacionar: mídias, aula e material concreto, além da interação entre colegas, mas da forma como esta não usaria.

Escolhi analisar esta atividade para dar seqüência ao conteúdo do vídeo, no entanto das que estão dispostas, que eu tive tempo de verificar, está foi a que mais me chamou atenção.

 

A seqüência propostas: Música – Aula Dialogada – Sofware – Exemplos x Experimento, e a avaliação ser integrada a todos os momentos é muito interessante e “certa” na minha perspectiva, porém as atividades devem ser mais bem planejadas e elaboradas. Além disso, não houve referência a interdisciplinaridade e nem a inclusão social.

 

2) Título do Objeto – Aula: Criando uma História em Quadrinhos com o Tangran.

Aula da Professora: Claudia Renata Pauleto de Prado/ Brasília - DF

Recursos: Tangran Virtual e programa, e Hagáquê – programa para criar a história em quadrinhos.

Assunto: Figuras Geométricas.

Disciplinas: Matemática e Língua Portuguesa (sugere também Artes).

Tema: Espaço e Forma. Leitura e escrita: prática de produção de textos.

 

O módulo é simples e “correta”, além de muito interativa para o grupo como um todo, pois eu (professora) não sei usar este programa Hagáquê, e terei de aprender para fazer uso desta atividade junto com os alunos.

Ressalvo: tenho um programa de tangran, que trabalho de forma diversa anualmente, desde a minha graduação, porém não sabia que o mesmo está disponível como Tangran Virtual.Òtimo!

 

No entanto, pretendo trabalhar com esta atividade no mês de outubro com as turmas de 7ª série, como forma de integrar os diferentes recursos explorados – dobraduras, aulas de campo e mídias, porque este assunto – figuras geométricas - é abordado desde a 5ª série.

 

Outros:

1)Título do Vídeo: Matemática/Arte (me001042)

Tempo de Vídeo: 26 min e 22 seg.

Assuntos: Formas dentro de Formas, Tangran, Pitágoras, Euclides, Lógica Formal (axioma e demonstrações), Perspectiva, Fractal, Abstração e Mídias.

Outras áreas do conhecimento: História, Sociologia/Filosofia/Cidadania, Física, Artes e Tecnologias.

 

Este vídeo é ótimo, e aborda muitos assuntos contemplando várias áreas do conhecimento, de forma interdisciplinar e multidisciplinar, pois além de contextualizado os assuntos são abrangentes para o segundo e terceiro ano do Ensino Médio, assim como em diferentes momentos da História da Arte como do Mundo, por exemplo.

 

Em elaboração um projeto que contemple o uso adequado deste recurso!

 

2) Título do Objeto – Atividade: Proporcionalidade e Semelhança (227.zip) - RIVED

Além da aula no módulo há: um design pedagógico do módulo, um guia do professor e um modelo do roteiro.

Recursos: Macromedia Flash Player 7.

 

Este módulo faz uso da “fotografia” pelo método de ampliação e redução para abordar o assunto proporcionalidade, de forma muito semelhante a uma série de atividades que trabalho na 5ª série do Ensino Fundamental para abordar a multiplicação de frações.

Além da aula, o design pedagógico é muito claro e organizado, proporcionado inclusive outras ideias para contemplar mais assuntos oportunos, da mesma forma o guia do professor e o modelo de roteiro, apenas o guia do professor depende da turma a ser trabalhada, pois não precisa saber operar com frações para está atividade!! E o modelo poderia ter atividades mais ricas!!

 

No entanto, pretendo trabalhar com esta atividade ainda este mês com as turmas de 8ª série, como forma de retomar conceitos com significado, porque este assunto é abordado na 6ª série inicialmente.

 

Periódicos

 

 Eu e o Prof. Ubiratan no XIII Ebrapem, em Goiânia/GO, dia 5 de setembro de 2009.

 

Área da Educação:

D´AMBROSIO, Ubiratan. Pro-Posições. Educação Matemática: Uma Visão do Estado da Arte. São Paulo:? v.4. n1.mar.1993.p.7-17 - http://www.inep.gov.br/PESQUISA/BBE-ONLINE/det.asp?cod=68847&type=P

 

A sociedade como um todo está impregnada de matemática, e com a informática acentuou-se sua importância, da mesma forma como o professor deve cada vez mais estar atualizando-se de forma crítica.

 

As teorias mais recentes de cognição revelam que a aprendizagem é um processo que se dá continuamente e repousa na variedade de experiências que se incorporam à história do individuo” (VARELA et al, 1991 APUD D´AMBROSIO,1993).

 

A matemática hoje está universalizada, ou seja, deve-se ensinar Matemática para todos e, praticamente a mesma em todo o mundo. O futuro da Educação Matemática não depende das revisões de conteúdo, mas da dinamização da própria Matemática, procurando levar nossa prática à geração de conhecimento.Um conhecimento que dia-a-dia se renova e se enriquece pela experiência vivida por todos os indivíduos deste planeta.

 

BRAUMANN, Carlos A. Divagações sobre Investigação Matemática e o seu Papel na Aprendizagem da Matemática.

CIMA-UE - (Centro de Investigação em Matemática e Aplicações da Universidade de Évora) - http://www.spce.org.pt/sem/02braumann.pdf

 

A investigação em educação matemática é fundamental, pois permitirá resolver os problemas que o ensino de Matemática enfrenta no Brasil, evitando um ciclo vicioso de sucessivas reformas dos currículos e dos métodos de ensino-aprendizagem, sustentadas em “palpites”. Tais “palpites” às vezes oriundos de pessoas nada informadas e conhecedoras da realidade de sala de aula. O principal problema da educação matemática é a falta de dedução, pois se vive a era do “facilitismo”.

 

Este dois artigos dispõem de duas razões importantes: o primeiro, parece “simplório”, mas é verídico a matemática está em todo lugar e momento, desta forma a educação matemática é primordial para o ser humano; e o segundo, é apenas via investigação feita por pessoas envolvidas no processo educacional diretamente é que podem ajudar a resolver os problemas de educação matemática.

 

ALMEIDA, Maria Elizabeth. Tecnologia de informação na escola: novos horizontes na produção escrita.- http://www.iar.unicamp.br/disciplinas/mm_educacao/doc/TI%20e%20CM%20na%20escola.doc

 

          Com o advento das tecnologias de informação e comunicação resultantes da junção entre informática e telecomunicações, gerou novos desafios e oportunidades para a incorporação das TIC na escola em relação à representação e comunicação de ideias. Desta maneira, mudando a forma de escrever, ler e interpretar textos; derrubando as paredes da sala de aula e criando escritores “aprendentes”.

 

          A principal finalidade da língua portuguesa é a comunicação, logo a matemática está em todo lugar, assim como a tecnologia, então a escrita, a leitura, e a interpretação também sofrem transformações, juntamente com o mundo e seres humanos.

 

Área da Informática na Educação

 

BORBA, Marcelo C. e PENTEADO, Miriam Godoy. Informática e Educação Matemática - coleção tendências em Educação Matemática. Autêntica: Belo Horizonte, 2001

(este é um livro, mas muito relevante ao trabalho em questão). 

 

FRÓES, Jorge R. M. Educação e Informática: A Relação Homem/Máquina e a Questão da Cognição - http://www.proinfo.gov.br/biblioteca/textos/txtie4doc.pdf

 

LOPES, José Junio. A introdução da informática no ambiente escolar. São Paulo: UNESP- Rio Claro.Orientador: Marcelo Borba,2002 - http://www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.pdf

 

SANTOS VIEIRA , Fábia Magali .Gerência da Informática Educativa: segundo um pensamento sistêmico - http://www.connect.com.br/~ntemg7/gerinfo.htm

 

A tecnologia não causa mudanças apenas no que fizemos, mas também em nosso comportamento, na forma como elaboramos conhecimento e no nosso relacionamento com o mundo. O principal objetivo, defendido hoje, ao adaptar a Informática ao currículo escolar, está na utilização do computador como instrumento de apoio às matérias e aos conteúdos lecionados, além da função de preparar os alunos para uma sociedade informatizada.

Inicialmente as aulas de informática eram dadas por técnicos,sendo aulas descontextualizadas, com quase nenhum vínculo com as disciplinas, cujos objetivos principais eram o contato com a nova tecnologia e oferecer a formação tecnológica necessária para o futuro profissional na sociedade.

No entanto, hoje vivemos em um mundo tecnológico, onde a Informática é uma das peças principais. Conceber a Informática como apenas uma ferramenta é ignorar sua atuação em nossas vidas, porque as pessoas esquecem que o grande potencial da Internet é a comunicação!

Aprender com a tecnologia é usar a ferramenta que apóia o processo de reflexão e de contrução do conhecimento, ou seja, a questão não é a tecnologia em si, mas é a estrétégia cognitiva de aprendizagem utilizada.

 

O acesso à Informática deve ser visto como um direito e, portanto, nas escolas públicas e particulares o estudante deve poder usufruir de uma educação que no momento atual inclua, no mínimo, uma ‘alfabetização tecnológica’. Tal alfabetização deve ser vista não como um curso de Informática, mas, sim, como um aprender a ler essa nova mídia. Assim, o computador deve estar inserido em atividades essenciais, tais como aprender a ler, escrever, compreender textos, entender gráficos, contar, desenvolver noções espaciais etc. E , nesse sentido, a Informática na escola passa a ser parte da resposta a questões ligadas à cidadania.”(BORBA,2001 apud LOPES, 2002).

 

Todos os artigos destacam: O professor deve ser constantemente estimulado a modificar sua ação pedagógica! E o sucesso do uso da tecnologia como instrumento lógico e simbólico só ocorre quando a metodologia de ensino utilizada pelo professor é adequada. A tecnologia é “comunicação/informação”, conforme o objetivo/situação do momento!

 

Portal da Capes                                                                                                         

 

CINTED-UFRGS - Novas Tecnologias na Educação

 

A importância do estudo da Teoria da Carga Cognitiva em Educação Tecnológica.

Leila Maria Araújo Santos & Liane Margarida Rockenbach Tarouco

http://www.cinted.ufrgs.br/renote/jul2007/artigos/2dLeila.pdf 

 

As tecnologias são universais, mas não apenas instrumentos de trabalho, como historicamente para reduzir o trabalho braçal, atualmente contribuem para a nossa transformação humana, exigindo cada vez mais conhecimento. Ou seja, vivemos um período, sem volta, de cada vez mais a busca pela qualificação está presente em todas as áreas, também nas relações afetivas, e principalmente na educação.

 

Há grande número de recursos tecnológicos e midiáticos a disposição da educação, mas muitos deles dispersam e desestimulam os alunos, pois o volume de informações oferecidas ao aluno é superior a sua capacidade de compreensão, não ocorrendo uma aprendizagem cognitiva significativa. Ou seja, a tecnologia deve estar alinhada ao processo cognitivo, segundo a Teoria da Carga Cognitiva, e esta responsabilidade é de todos os envolvidos com a educação.

 

As formas de carga cognitivas são: intrínseca (complexidade), natural (atividades) e externa (irrelevante) ao conteúdo; e tendo em vista que a memória é limitada deve haver um equilíbrio destas formas para ocorrer um aprendizado eficiente.

 

A teoria em questão, de Mayer e Sweller, lista seis princípios para a construção de materiais didáticos com multimídia objetivando a potencialização o processo cognitivo da aprendizagem reduzindo as sobrecargas cognitivas, sendo eles: representação múltipla (combinar palavras e imagens), proximidade espacial (aproximar palavras e imagens), proximidade temporal (palavras e imagens simultâneas), diferenças individuais (nível de conhecimento), coerência (simples apresentação) e redundância (narração e animação).

 

A sociedade é transformada pelas tecnologias e a educação deve fazer uso das tecnologias para transformar o ser em sociedade. Desta forma, o professor deve fazer uso da Teoria da Carga Cognitiva, para selecionar os recursos mais apropriados para a sua prática pedagógica, visando a interação com a tecnologia como algo motivador a uma melhor aprendizagem.

 

Os objetos de aprendizagem são recursos, vinculados às tecnologias, dinâmicos e interativos que proporcionam um maior interesse dos alunos no processo de educação. Exemplos destes objetos foram pesquisados (citados anteriormente) neste trabalho, e que se encontram, por exemplo, no RIVED (Rede Internacional Virtual de Educação), local de acesso livre.

 

No entanto, mesmo o professor tendo acesso a esses objetos, é preciso que o mesmo tenha conhecimento para avaliar o grau de carga cognitiva presente no recurso escolhido e as reais contribuições que o uso desse fará em sua prática em sala de aula. Ou,até mesmo, saber se dá maneira como o assunto está sendo apresentado irá potencializar o processo cognitivo do seu aluno “(p.6).

 

O sentido de um layout para uso educacional é reduzir a quantidade de energia direcionada à interação com o sistema, “ou seja, por exemplo, o mais importante não aprender a usar o sistema e sim compreender o conteúdo”(meu), sendo o feechback fundamental.

 

Inicialmente o artigo é relevante, pois o uso de recursos tecnológicos sem finalidade é perigoso. Cuidado!

A tecnologia assessora o homem, mas não o substitui desta forma concordo com a Teoria das Cargas Cognitivas, já que o professor (é o homem) tem que planejar e conhecer muito bem o que deseja informar ao seu aluno, visando explorar todas as suas competências habilidades, mas sem sobrecarregar, e proporcionando assim uma interação e processo cognitivo de aprendizagem autônomo, significativo e prazeroso.

Por fim, a reflexão feita sobre a atividade/objeto em grupo (professor e alunos) é necessária, e a avaliação ou retomada individual (metacognição) do aluno é necessária e suficiente, já que o processo de aprendizado é seu.

 

Observação:

Leitura em andamento...concluida dia 11/10/09.

 

Um experimento para compreender como os aspectos afetivos podem

ser reconhecidos em ambientes virtuais de aprendizagem

Magalí Teresinha Longhi ; Daniela Forgiarini Pereira ; Magda Bercht & Patricia Alejandra Behar

http://www.cinted.ufrgs.br/renote/jul2009/artigos/4e_magali.pdf

               A aprendizagem é um processo que envolve as dimensões cognitiva, conativa (motivação e volição) e afetiva, sendo os componentes afetivos de Scherer (2001).

            Segundo Scherer, o processo de avaliação cognitiva (appraisal) de um fenômeno afetivo é contínuo, pois as mudanças (comportamental, fisiológicas, etc.) ocorreram em resposta à avaliação de estímulos, eventos ou alterações no próprio organismo, de modo inter-relacionado e interdependente. A emoção é composta de componentes cognitivos, fisiológicos, motivacional, expressão motora e de sentimento subjetivo. Logo precisa haver a sincronização entre todos os componentes. Assim, o afetivo influencia o comportamento, que altera o estado de ânimo e influencia na cognição.

            Por outro lado, as tecnologias digitais motivam o aperfeiçoamento de objetos de aprendizagem que valorizam a interatividade, permitindo que o aluno tenha um papel ativo na construção de seu conhecimento. Desta forma, o objeto de aprendizagem AnimA-k para  conteúdo de algoritmos aplicáveis em disciplinas que tratam de lógica de programação visa avaliar a possibilidade de reconhecer os estados de ânimo caracterizados pelos termos animado/desanimado e satisfeito/insatisfeito. Esta pesquisa foi aplicada na UFRGS, no Curso de Ciência da Computação, em modalidade EAD.

            O medo está associado ao desânimo, assim como a culpa por não conseguir acompanhar o conteúdo. Já o animo é demonstrado pela surpresa, interesse e serenidade em enfrentar desafios de aprendizagem. O satisfeito demonstra entusiasmo e satisfação de tarefa cumprida, enquanto que o insatisfeito fica irritado e demonstra aversão.

            Esta aversão pode ser acumulada inconscientemente com usa série de medos e culpas, proporcionando ao aluno um bloqueio ou insatisfação ao estudar matemática, por exemplo.

            Ainda a interface de autorelato é um instrumento que mede as reações emocionais sobre objetos (colegas, professores e conteúdos ou materiais), eventos e situações que apresentam no processo de ensino e aprendizagem, denominados de Roda dos Estados Afetivos.

            Este espaço supracitado é muito interessante, pois o processo ocorre de forma continua, ou seja, as relações afetivas se dão entre todos envolvidos no processo de aprendizagem, daí todos geram boas ou más emoções, alterando positiva ou negativamente os ânimos para o crescimento cognitivo.

            O modelo tem uma classe de variáveis e relações do afetivo do aluno muito interessante descrito na figura 3 deste artigo, relacionando semântica e subjetividade afetiva, e ressalva-se que a confiança do aluno está associada a sua segurança em desempenhar a tarefa, ou melhor, o esforço do mesmo em fazer melhor; enquanto que a autonomia está associada à independência do aluno.

            O artigo é importante, pois visava investigar quais aspectos afetivos podem ser reconhecidos a partir de dados registrados nas tecnologias digitais utilizadas no processo de ensino e aprendizagem, sendo este um tópico fundamental a ser estudado já que cada vez mais no ambiente escolar enfrenta-se problemas com o desanimo dos alunos e paralelamente o crescente uso das tecnologias digitais focadas na “melhor” aprendizagem.

 

 

1 PAVANELLO, R.M. O abandono do ensino da geometria no Brasil, causas e conseqüências, Revista Zetetiké, ano 1, vol. 1, Campinas: Editora UNICAMP, 1993.

 

Minha Avaliação do Trabalho 1: Apenas de muito trabalho e usar um recurso - Internet- que não tenho em casa (hehe) foi muito boa, adorei pesquisar e analisar cada um dos três itens, principalmente porque vou utilizar "diretamente" em sala de aula (meu objetivo de estar no mestrado - "melhorar a qualidade" das minhas aulas!). E inclusive não foi possível disponibilizar aqui neste espaço todas as minhas reflexões devido a data de entrega ser amanhã (14/09/2009). Obrigada.

 

Mensagem: Vamos tomar um café?

 

Trabalho 2:

 

O trabalho "dois" é composto da escolha de três objetos de aprendizagem do tipo applets de matemática.

 

Conceito de Applet, segundo a Wikipédia:´"é um software aplicativo que é executado no contexto de outro programa (como por exemplo um web browser), uma applet geralmente executa funções bem específicas. O termo foi introduzido pelo AppleScript em 1993".

 

No primeiro momento escolhi o site: http://nonio.fc.ul.pt/recursos/matematica/com_applets/applet_capa.htm pela qualidade e organização.

 

Iniciei o trabalho lendo um artigo do referido site para melhor compreenção do objeto de aprendizagem tipo applets na escola. O artigo é http://nonio.fc.ul.pt/recursos/matematica/com_applets/sessaoAbrantes.pdf.

 

PS: Desculpem a mudança de letra, mas o pbwork não tem o tipo de letra que usei em casa! Snif!!

 

Objeto 1: Contruindo com blocos

 

Objetivos:

Reconhecer diferentes vistas de empilhamento (perspectivas).

Valorizar a planificação visual dos sólidos “construídos”.

Diferenciar claramente as dimensões (duas e três).

Explorar a resolução de problemas com dados representados em imagens.

Construir o conceito de capacidade (unidade de volume), destacando a diferença do conceito de área.

 

Conteúdos Conceituais:

Identificação da vista frontal, superior e lateral de sólidos.

Conceituação de dimensões, de área de figuras e de volume de sólidos.

 

De acordo com o PCN, estes objetivos são direcionados para a 5ª série do Ensino Fundamental, no tópico Números e Medidas, com foco em Geometria.

 

O objeto cumpre todos os objetivos, e, além disso, é manipulativo, de fácil acesso e muito interativo, pois o estudante “busca variar os blocos” conforme sua curiosidade, até entender o proposto. Sendo que no quadro-negro em sala de aula está visualização é muito complicada para um estudante, entre 11 e 12 anos.

 

Inclusive, conforme o livro didático do Projeto Pitanguá, Matemática 5º ano, organizado pela Editora Moderna, por Juliane Matsubara Barroso, de 2008, propõem atividades que podem ser trabalhadas fazendo uso deste objeto, por exemplo, as descritas nas páginas 211, 216 e 217, 219 (clique na página para ver a atividade scanneada originalmente do livro).

 

Na atividade da página 211, o total são 11 planificações possíveis, que no livro ficou inviável disponibilizar toda, já neste objeto é simples o professor propor a atividade do livro e ainda perguntas: Estas planificações do cubo apresentadas são as únicas?Existem outras?Quais?

 

Ressalvo que o empilhamento de cubos geralmente é usado apenas para a noção de volume, porém visualizar os cubos ocultos é de extrema importância para desenvolver o “gosto” em aprender geometria.

 

AINDA...

O objeto está disponível juntamente com um resumo de objetos e ideias de atividades muito interessantes e semelhantes as descritas acima, mas nesta há,também, uma valorização do estudante ter liberdade de variar o tamanho da medida do lado do cubo, proporcionado claramente a noção de área e volume.

 

No site PEAD em Espaço e Forma tem a atividade 4 que proporciona idéia semelhante de embilhar cubos! No entanto, esta é proposta para as séries iniciais do Ensino Fundamental, que concordo ser razoável para a 4ª série do Ensino Fundamental.

 

Objeto 2: Que altura?

 

Objetivos:

Reconhecer as diferentes medidas lineares que caracterizam os sólidos segundo a geometria plana.

Valorizar a decomposição dos sólidos necessária ao calculo do volume.

Relacionar as medidas dos sólidos com o cálculo do volume, estabelecendo relações (tipo dobra o diâmetro do cilindro e para manter o volume a altura deve ser ¼ da altura inicial).

Salientar a caracterização das dimensões (uma, duas e três).

Explorar a resolução de problemas com dados representados em imagens e relações.

Relacionar o conceito de função (entre variáveis lineares e o volume, por exemplo).

Explorar as unidades de medida de: comprimento, volume e capacidade.

 

Conteúdo:

Caracterização dos sólidos: de bases retangulares e circulares, pirâmides e cones.

Conceito de volume e forma de cálculo em diferentes sólidos.

Caracterização da conservação de volume.

Unidades de volume.

Caracterização da função num problema geométrico e o estudo do seu domínio/imagem.

 

Este objeto explora os conceitos sugeridos pelos PCN, e, também, está de acordo com a nova matriz do ENEM 2009, que dispõem, como matriz de referência de Matemática – INEP/MEC e suas Tecnologias, cinco eixos cognitivos: dominar linguagens, compreender fenômenos, enfrentar situações-problema,construir argumentação e elaborar propostas. E destes eixos lista competências e habilidades, que destaco as duas principais, de sete, para as possíveis atividades ao objeto são: utilizar ao conhecimento geométrico para realizar a leitura e a representação da realidade e agir sobre ela; e construir noções de variação de grandezas para a compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano (nestas competências todas as habilidades citadas são abordadas).

 

De acordo com o plano de trabalho do professor da escola que eu leciono, o conteúdo de Geometria Espacial é trabalhado no 3º ano do Ensino Médio, pois sendo o último ano pode-se relacionar geometria com todos os conteúdos anteriores, desta forma contemplando maior números de relações e revisões para avaliações externas a escola, também, como vestibulares, e concursos públicos; mas há escolas que tratam-no no 2º ano.

 

O objeto é muito interessante, tem um visual fácil e bastante rápido de aprender a manusear, ficando realmente o “tempo” para discutir resoluções e sugerir respostas intuitivas!!!

 

Uma atividade muito interessante de ser trabalhada com os estudantes é o “motivo” do volume no cone ser o volume do cilindro de igual base e altura dividido por três. Para posterior visualização, discutir possíveis respostas daí formular uma “prova matemática” (ou seja, uma demonstração matemática).

 

O livro didático de Matemática para o Ensino Médio, do Luiz Roberto Dante, editado pela Ática, em 2008, conceitua volume através de empilhamento de cubos (como referido no objeto 1), e posteriormente conceitua via Princípio de Cavalieri. A mesma obra dispõem de muitas questões relacionando formas de sólidos diferentes e os seus volumes, iguais ou não, e em que razão, como:

 

Questão 39 da página 390: Sejam r1 o raio da base, h1 a altura e v1 o volume de um cone. Um segundo cone, de volume v2, tem raio r2= 2r1 e altura h2 = 2h1. Quantas vezes v2 é maior que v1?

 

Questão 28 da página 388: (PUC-SP) A altura e o raio da base de um cone circular reto medem 4 cm e 15 cm, respectivamente. Aumenta-se a altura e diminui-se o raio da base desse cone, de uma mesma medida x, x ¹ 0, para obter-se outro cone reto, de mesmo volume que o original. Determine x, em centímetros.

 

AINDA...

Tem um objeto no RIVED que não havia encontrado no trabalho um sobre “Embalagens para sorvete” muito bom, ou seja, ainda melhor que o objeto 2 pois trata de área também?!

 

Os dois objetos acima referem-se a geometria, e um destinado ao Ensino Fundamental e o outro ao Ensino Médio. Na escolha do terceiro objeto, busquei algo com mais “álgebra”, desta forma encontrei 2 muito interessantes e simples, no site da UNIJUI .Durante a manipulação destes objetos percebi que os mesmos seriam muito interessantes para serem utilizados de forma interdisciplinar, sendo o primeiro com geografica, por exemplo, pois se relaciona com economia; já o segundo, com ciências –física e química -, por exemplo, Cinemática - movimento uniformemente variado (MUV). E onde o foco não é a matemática em si, e sim, seu uso em outras áreas do conhecimento, de forma ao objetivo ser interpretar e analisar o sentido das respostas no problema proposto, e fazer uso da tecnologia compreendendo que a mesma não substitui o “homem”.

 

Objeto 3:

 

3.1. Expressões Algébricas[1]

            3.2. Equação do 2º grau – Báscara.

 

3.1.

Objetivos:

Reconhecer uma expressão algébrica.

Reconhecer e determinar o valor numérico de uma expressão algébrica.

Reconhecer termos semelhantes (monômios).

Determinar a soma algébrica de termos semelhantes.

Equacionar e resolver problemas.

 

 

Conteúdos Conceituais:

Expressões Algébricas.

Monômios e Polinômios.

Aplicações.

 

3.2.

Objetivos:

Resolver a equação do 2º grau, independente do método.

Analisar o discriminante da equação do 2º grau em significado.

Equacionar e resolver problemas.

 

Conteúdo Conceitual:

Equação do 2º grau.

Aplicações.

 

O conteúdo de expressões algébricas está presente no estudo de matemática, na maioria dos conteúdos, mas é destacado pelos PNC para ser trabalhado na 7ª série do Ensino Fundamental. No entanto, o assunto é trabalhando como um recurso para fins de equacionamento geométrico, como ocorre também na maioria dos livros didáticos. Assim, ressalvo: por que não trabalhar com outros problemas cotidianos, como por exemplo: Qual a expressão algébrica (ou fórmula como as alunos geralmente usam!) que relaciona tempo de acesso e preço a pagar numa a lan house, que cobra uma taxa de acesso y e mais um valor x por minuto de acesso, sendo x e y reais (dinheiro em moeda brasileira)?

 

Igualmente o conteúdo de equação do 2º grau é necessário para a compreensão de conceitos de outras áreas do conhecimento, e está previsto, segundo os PCN para ser trabalhado na 8ª série do Ensino Fundamental, mas limita-se ao “uso da fórmula de Bhaskara”, tanto no que diz respeito aos livros didáticos quanto a “reação” dos alunos quando aprendem a “fórmula geral”. Este conteúdo também é apresentado fazendo uso da geometria, geralmente associado ao conceito de área em quadras de futebol, por exemplo.

 

AINDA...

Faria uso do sofware Excel para trabalhar estes dois conteúdos  segundo o olhar do aluno, já que este foi o recurso utilizado para a criação destes objetos em questão, incentivando a diversidade de leituras sobre o mesmo assunto, ou seja,  formas de pensar matematicamente, inclusive com ou sem tecnologia!

 

Além do Conteúdo para todos os objetos:

Respeito pelo pensamento do outro, valorização do trabalho cooperativo e do intercâmbio de ideias, como forma de aprendizagem, além da interação com a tecnologia.

 

Sugestão de Avaliação para todos os objetos: Relatório Individual. Tendo como principal objetivo a liberdade e autonomia da aprendizagem.

 

Considero adequados todos os objetos supracitados para o ensino básico, e saliento outros objetos como significativos na lista abaixo:

 

Teorema de Pitágoras: http://www.walter-fendt.de/m14s/pyththeorem_s.htm

Sudoku online: http://diadematematica.com/modules/sudoku/ 

Poliedros: http://www.walter-fendt.de/m14s/platonsolids_s.htm 

Soma dos ânguloshttp://www.walter-fendt.de/m14s/anglesum_s.htm

Tangran: http://www.projetos.unijui.edu.br/matematica/principal/fundamental/tangran/index.html

 

Minha avaliação sobre a atividade: Novamente o trabalho foi muito significativo em dois aspectos: inicialmente compreender o que são applets, já que eu fazia usa do mesmo e não conhecia sua conceituação; e buscar estes me proporcionou refletir sobre a forma como trabalho (ou seja,como proponho inicialmente) os conteúdos na sua primeira vez aos alunos. Gostei!!(16/09/09)

 

Mensagem - Carpediem

 


 

[1] Há um erro na forma escrita a palavra expressões! Destacar isto aos alunos!! 

 

Trabalho 3 -Sistemas Lineares.doc

 

Observação ao trabalho 3: Fiz este em casa, usando o word e fazendo muitos Prient Scrien...desta forma para não ter de editar tudo novamente e salvar cada prient screan como imagem, considerei está forma mais inteligente.ok?(02/10/09)

 

Mensagem Linda - Atritos - maravilhoso.pps

 

Reflexões:

 

1) A árvore representa o processo de aprendizagem....neste momento! Esta foto foi tirada no Jardim Botânico em Porto Alegre.

 

 

2) A charge caracteriza uma estratégia do Calvin...extraida da revista Nova Escola...

 

 

 

3) Esta imagem é uma associação interessante....imagem.bmp.

 

4) Momento para dar risada.... ou sorrir em prol de uma ideologia... olhar para o céu e ter uma esperença infinita que vem de longe...hehe. Esta foto foi tirada no Trem Maria Fumaça, em Bento Gonçalvez!

 

 

Trabalho 4 

Trabalho sobre simetria.doc baseado nesta foto ao lado:

Decida você se eu sou ou não simétrica?hehe.(05/10/09).

 

     Na atividade de simetria feita com a Foto, o objetivo era encontrar nos entes do rosto, através de movimentos que não altere a forma e nem o tamanho, uma semelhança. Assim, quando se traçou a mediatriz da base, no Paint, como eixo (que funciona como um espelho), daí copiou-se duas vezes no Word, e a segunda copia inverteu-se horizontalmente. Feito isto para o lado esquerdo e direito buscando simetria. Ou seja, usou-se primeiramente a reflexão, depois translação nas cópias, e inversão horizontal significa uma reflexão com o eixo y, ou seja, vertical da cópia (o comando do Word denomina inversão horizontal, pois a base da imagem está na horizontal, rotaciona 180º).

 

Ainda...

Brincando com a simetria...no Simetrizador!

 

 

 

Peixes é um ornamento de roseta, pois é composto de rotações e após brincou-se com as reflexões horizontal e vertical

 

 

     O artigo Ornamentos versus Criatividade: Uma alternativa para ensinar geometria plana e simetria, de Maria Salett Biembengut e Viviane Clotilde da Silva, publicado em A Educação Matemática em Revista, da SBEM, no 4, 1º semestre de 19995, p.39 – 44, é muito interessante por dois aspectos: primeiro trata de conceitos matemáticos de forma simples e agradável, e segunda relaciona a Arte com Geometria Plana, tornando “as formas, sob a ótica geométrica ou simétrica, muito belezas, e aprende-las é um momento de harmonia”.

     Apenas tenho receio de trabalhar o conceito de área através “recortes manuais” devido as perdas no recortar, proporcionando uma ideia de aproximação como algo exato. Desta forma, o uso de applets com este intuito proporcionaria uma visualização interativa mais interessante e exata.

      Um exemplo é o tangran feito referência anteriormente no Trabalho 2.

      Quando li este artigo em 1997/2 considerei-o perfeito, mas hoje com maior domínio dos recursos educacionais de informática, considero-os mais apropriados e precisos, pode ser um detalhe, mas que faz a diferença num conceito como área ...onde o menor detalhe faz a diferença. Por exemplo:

       Seja um dado de 3 cm de aresta, na forma de um cubo, e seus números são representados na face como usual, por semi-esferas de 2 mm de diâmetro. Determine a superfície branca do cubo?

       Escolhi este exercício, pois mais de um aluno desprezou a informação da representação dos números e calculou a área do cubo apenas. Isso representa a “má” compreensão do conceito de área ou de aproximação, porque nem tudo pode ser aproximado.

Um resumo do artigo:

        Arte: Ornamento X Matemática: Movimentos de Simetria

        Ornamento tipo Faixa: Translação e Reflexão

        Ornamento tipo Roseta: Rotação (ocorre também reflexão)

Estes três movimentos são propriedades da simetria, e são invariantes, ou seja, a figura permanece com o mesmo tamanho e forma.

        A união da Translação com a Reflexão gera outra propriedade de simetria que é a Transação Reflexiva. Esta pode ser com relação a uma dada reta, por exemplo, reta horizontal ou vertical.

        Ornamento tipo Mosaico (requer uma rede que pode ter a forma de qualquer polígono, escolhe-se o elemento gerador): Translação (mas quanto mais combinações entre as propriedades forem feitas, mais “bonito matematicamente observando”).

 

 

        Curiosidade: Imagem das mãos.doc  

 

SUGESTÃO - Caleidociclos...uau...é muito dez...acesse - http://mathematikos.psico.ufrgs.br/im/mat01071062/escher_caleidociclos.html 

 

Mensagem e Brincadeira:teste personalidade curiosidade email.pps 

 

 Momento de rir ou NÃO!

                                                  hehe, ganhei este recorte de jornal de uma aluno muito legal...!

Minha avaliação do trabalho 4 - Muito bom...a liberdade de ler e aprender o que nos desperta curiosidade é adquirir um processo de aprendizagem autonomo...Ou seja, o que eu quero dos meus alunos eu também faço como aluna! (13/10/09).

 

Textos Complementares

Primeiro:

            O prefácio e a introdução do Livro Logo: Computadores e Educação, de Symour Papert, da Editora Brasiliense, disponibilizado pelo Prof. Marcus na aula dia 28/09/09, é muito bom, e proporcionando-me uma curiosidade em ler toda a obra!!!

            Segue ideias “despertadas” e comentários deste material:

            Piaget não se preocupou com o lado afetivo da aprendizagem devido à complexidade do assunto, mas este livro pretende incluir a preocupação com o afetivo. O que um indivíduo pode aprender depende dos modelos que lhe são disponíveis, daí um modelo relaciona-se a outro recursivamente. Assim, pensar nas estruturas dos modelos é refletir no processo de aprendizagem, desta forma, a denominação da compreensão da aprendizagem como genética.

            Os computadores como instrumentos flexíveis, proporcionam ao aluno criar para si próprios as suas “engrenagens” - como maior complexidade, percorrendo do abstrato ao sensorial - que como objeto transitório proporcionará “curiosidade em aprender”.

            “Máquina de Pensar” é um termo usado no livro de forma muito peculiar, porque significa o que as pessoas seriam capazes de fazer com seus computadores. Como os computadores pessoais podem afetar a forma de pensar e de aprender, onde desenvolver um pensamento é diferente de mudar os meios de acesso ao conhecimento. Além disso, o computador não é um mero instrumento, mas um meio de influenciar o pensamento das pessoas mesmo quando estas estiverem distantes das máquinas.

            As barreiras culturais, como privação, isolamento e de cunho político, distanciam das pessoas o conhecimento cientifico. Desta forma, gerando uma mudança cultural é possível atravessar as barreiras que separam as ciências e tecnologias das pessoas, e do conhecimento de si próprios. Tal estrutura desafiadora de pensamento é o propósito do livro: usar computadores para questionar diversas premissas sobre sua utilidade, mas há uma grande diferença entre o que os computadores podem fazer e que a sociedade decidirá fazer com eles.

          Pensando...e lendo...mais e mais...

               Os tabus que assombram as pessoas devem ser constantemente superados, pois não há como imaginar a educação sem os computadores, inclusive porque as crianças já nascem entre “eles”, como é o caso da geometria espacial, em jogos, por exemplo, já é realidade ao aluno, e na escola, por uma instrução forma, o professor primeiro ensina a plana para depois explorar a espacial. Ou seja, esta aprendizagem é sem significado, pois a aprendizagem de “criança aprendiz” era mais lógica e natural.

            Programar é estabelecer uma forma de comunicação com o computador, para que ambos entendam – máquina e homem; e aprender a comunicar-se com o computador pode mudar a maneira como outras aprendizagens acontecem, isto proporciona a ideia de autonomia do processo de aprendizagem.

            As dificuldades em matemática, ora decorrem inclusive devido a falta de recursos, como objetos espaciais, ora da sistematização formal do conteúdo que o torna sem sentido, ora devido ambientes inadequados, ora de maus produtos culturais, como “ninguém gosta de matemática na minha família eu também não podia gostar”.Desta forma, crescer com amor e aptidão para a matemática deve, em parte, ser uma contaminação dos adultos que sabem “falar” matemática, por meios diversos como via as máquinas, proporcionando a estas pessoas uma crença de que sabem matemática, e de que podem cada vez mais, quebrando barreiras do contexto social, e os mitos com relação a esta ou aquela ciência.

            Ver na beleza da matemática, as cores abstratas das formas geométricas, e muito mais, é o prazer de pensar e aprender a pensar está ciência deveria ser uma visão genética a respeito de que a educação deveria ser.

            “Objeto de pensar” é tudo que me interesso e busco aprender e “objeto de pensar com” podem ser os applets, que se destinam a aprender a pensar, onde em cada um há uma identificação pessoal e a intervenção da presença cultural de cada ambiente e ser. A tartaruga descrita é um “objeto de pensar com”.

            Trabalhar com tais objetos é mudar a forma como se pensar matemática, é proporcionar ao aluno controle da sua aprendizagem, é criar outra imagem de si mesmo por meio de suas decisões, por exemplo, “é aprender estando de férias”!

            Para toda esta mudança é necessário livre acesso aos computadores, mas a dificuldade econômica desacelera o processo, apenas nas escolas, mas em casa, atualmente, este é potencializado, pois a geração atual “de alguma forma tem acesso aos computadores, mesmo que em lan house”, gerando uma autonomia pessoal desmedida pela escola.

            O pensamento utópico de que as crianças aprendem rodeadas de alta tecnologia, não apenas cognição, mas também afeição é uma crença do autor que eu compartilho e ainda acrescento: o ser humano que não souber ousar criticamente mudar a sua forma de pensar e aprender a pensar estará perdendo momentos de grande prazer, seja informativo ou pessoal.

 

 

SUGESTÃO Excelente de Leitura e Estudo sobre:

1) objetos de aprendizagem:

Metodologia de apoio ao processo de aprendizagem via autoria de objetos de aprendizagem dos alunos, do Juliano Tonezer da Silva. Acesso em -

2) cartuns:

Produção de significados sobre matemática nos cartuns, da Márcia Castiglio. Acesso em-http://www.ufrgs.br/neccso/pdf/dissertac_producaosignificados.pdf

 

Mensagem - O_sentido_da_vida1.pps

 

Segundo:

            Aprendizes do futuro: as inovações começaram!Disponível em:....

            Este material foi sugerido como leitura complementar, mas considero primordial e obrigatória! Por dois motivos: primeiro informativo – inclusive os exemplos práticos são ótimos de projetos de aprendizagem - , despertando a curiosidade de “pensar mais em como posso trazer a tecnologia para a aula e matemática”; e em segundo se este material é destinado à “Escola Básica” por tais programas não propõem momentos de reunião entre colegas e de estudo, e não apenas preocupar-se em “suprir todas as necessidades da escola ... nenhuma turma pode ficar sem professor ... você dá aula de matemática,legal... então entende de física e química do Ensino Médio, e também de ciências para o Ensino Fundamental – 8ª série!!!”Qual a coerência?!

 

            Destaques e comentários que julguei importante, no aspecto apenas informativo!!!

 

            Atualmente a educação deveria estar focada em desenvolver atitudes e valores para a convivência com autonomia e cooperação. No ensino tudo parte das decisões do professor, e conforme o seu controle tudo retorna e a ele, então projeto de ensino aborda a duvida do professor ou o tema de interesse do professor segundo sugestão da escola. Pressupondo-se que o conhecimento do professor é único, não há espaço para o aluno fazer qualquer escolha ou tomar qualquer decisão, a este basta cumprir as regras do sistema. Desta forma, a aprendizagem por projetos não podem ocorrer, pois como o aluno terá uma dúvida a ser pesquisada se o mesmo não é ouvido e nem desafiado/estimulado. O principal papel do professor é questionar tudo, mas com perguntas bem elaboradas!

            No entanto, destaco conhecer hierarquias com respeito e direito de opinião é saber viver em sociedade com cidadania, pois meu espaço inicia quando termina o do próximo, observando a função de cada um no seu espaço, mesmo que de recíprocas aprendizagens. E mais, antes trabalhar com projetos de ensino do que com a metodologia tecnicista!

            A cada dia que passa surge mais uma orientação massificadora, antes eram apenas os currículos, as provas, os parâmetros e atualmente são as avaliações externas “seletistas” como o ENEM, mas, em paralelo, há muitos projetos de Informática na Educação, Formação Continuada de Professor com o Foco em Estudos de Inclusão, Interdisciplinar e de Projetos de “aprendizagem”,e outros,no entanto os discursos divergem....ou melhor convergem para focos distintos, entre todo este redemoinho está o aluno tentando entender e se adaptar....

 

 

            O professor tem a função de ativa a aprendizagem tornando-se também aprendiz; é um articulador quando facilita o relacionamento e flexibiliza a tomada de decisões; e um orientador devido suas constatações sobre o próprio aprendizado dos alunos assim proporcionando um momento de metacognição,ou o antigo denominado por feedback. Porém, o professor deve ser além de tudo um especialista em lidar com as necessidades dos alunos de construir conhecimentos específicos. Uau...tudo isso...ufa?!

“Buscar a informação em si, não basta. É apenas parte do processo para desenvolver um aspecto dos talentos necessários ao cidadão. Os alunos precisam estabelecer relações entre as informações e gerar conhecimento. Não há interesse em registrar se o aluno retém ou não uma informação, aplicando um teste ou uma “prova” objetiva, por exemplo; porque isso não mostra se ele desenvolveu um talento ou se construiu um conhecimento que não possuía” (p.23).

 

 

            O conhecimento novo é o objeto a ser mensurado, ou seja, é o produto de: atividade intencional, interatividade cognitiva, interação entre os colegas, trocas afetivas, investimento de interesses e valores. Com este propósito, o PORTFÓLIO é um instrumento de avaliação do professor e do aluno, porque é um espaço onde se pode registrar todo o “processo” de aprendizagem, contemplando inclusive a superação de limites via autoavalição, por exemplo; e muito mais....

            Atualmente (recorrendo há dez anos a trás, onde tudo começou...na aula da disciplina de ensino 3....) a minha aprendizagem de projetos é estudar o portfolio de matemática.

            O principal incentivo dos alunos e o meu objetivo como professora de matemática hoje é estimular os alunos a terem sonhos quanto a uma vida futura de melhor qualidade que requer incentivar o estudo para fins profissionais.

        

         A linearidade não existe na vida logo não existe na escola, pois não há mudança de forma planejada e controlada, ou seja, como um projeto de aprendizagem, que gera outro projeto, e decorre de curiosidade dos alunos pode ser controlado e orientado de forma linear .... impossível ... o processo de aprendizagem é contínuo, mas tem altos e baixos, e muitos saltos.

             Importante para todo o aprendiz – aluno ou professor – é começar, é despertar, é dar o primeiro espaço para a dúvida seja qual for o assunto, tema, conteúdo, desafio; refletindo sempre a ideia de ética, cidadania e muita autonomia para criarmos a sociedade em que vivermos de cooperação e paz? È o que eu desejo!

 

 

Pensando - PlacidoeCarreras.pps

 

 

Sugestão de Leitura disponível pela Nova escola para a Prova Brasil - Muito Interessante!

Matemática_Orientações para o Professor_Saeb_Prova Brasil.pdf

 

Mensagem - Fragmentos.pps 

 

Minha avalição dos textos complementares - Avaliação temporária...pois ainda não consegui articular o que há de melhor em cada um...No entanto, ler todos já foi muito prazeroso...Estou achando muito interessante rever materiais que já havia lido na graduação, outros após a graduação e alguns novos...meu olhar para alguns aspectos mudou... Em fim estou adorando! (13/10/09).

 

Reportagem de Jornal "Curiosa":

  

 

Trabalho de Prática: clique em  Trabalho 5 

he...crie outra página, porque aqui já está grande...mesmo eu achando mais interessante "uma continuidade"....

Muito Obrigada....

 

 

Trabalho 6 - Objetos Supimpas! Postado originalmente no Fórum da plataforma Moodle, em 30/10/09.

 

Sugestão dos alunos:

 

Pensei para esta tarefa 6 o seguinte...normalmente quando busca-se um objeto de aprendizagem existe um objetivo, ou seja, procura-se por algo em específico...como fiz na tarefa 2, então optei por sugerir sites que recebi dos meus alunos...

1) Applets de Matemática – Material Didático

http://www.esmcargaleiro.pt/Links/applets_matematica/index.html

Ensino Fundamental - Árvores Algébricas - Relação entre expressões e gráficos

Ensino Médio - Árvores Algébricas - Relação entre equações e gráficos

Estes objetos de aprendizagem são simples, interessantes, livres e tratam de um assunto que normalmente os alunos tem dificuldade e não gostam, que são as expressões. E o mais curioso é que aborda paralelamente o gráfico.

2) O mundo das funções

http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2000/icm28/

Este site é composto de material didático, como apostilas sobre funções, e o mais interessante são os exercicios interativos.

3) Roleta

http://nautilus.fis.uc.pt/cec/roleta/roleta_mat/roleta_mat.html

A roleta é um jogo muito simples sobre mmc e mdc, explora indiretamente o número primo, é livre e trabalha paralelamente o uso da calculadora.

Trabalhei com esta roleta numa aula de sétima série para introduzir o assunto MMC das Frações Algébrica, como uma revisão significativa do conceito, e foi muito boa e animada a participação dos alunos buscando lembrar dos conceitos interagindo com a roleta.

Link original: http://www.mocho.pt/Ensino/recursos/Recursos_para_o_Ensino_da_Matematica/

4) Site muito interessante sobre fractais na vida real:

http://cftc.cii.fc.ul.pt/PRISMA/capitulos/capitulo2/modulo4/

O site é sobre Fractais e não apenas sob o olhar matemático, mas também em outras áreas do conhecimento.

Em particular: A curva de Koch e a curva do floco de neve

http://cftc.cii.fc.ul.pt/PRISMA/capitulos/capitulo2/modulo4/topico3.php

Este material é explicativo e contem um applets que constroi passo a passo o floco de neve de forma compreensiva e de excelente visualização.

Trabalhei com este material na aula de quarta (28/10/9), numa turma do 1o ano do Ensino Médio - Colégio estadual Ruben Berta, abordando o assunto de Progressão Geométrica, como uma aplicação. Os alunos interagiram entre eles e como o "material"...foi muito proveitoso.

Considero todos os quatro objetos de aprendizagem ótimos, e aplicáveis em ssla de aula, principlamente pois todos foram citados por algum aluno e as recomendações dos mesmos para motivar minha pesquisa era: "Bah, Sora .. olha o q achei ...é mt tri..vi mat aí tb..procurando uma tarefa extra...sabe p/ganhar aquele pontinho +++...valeu...quero resposta!"sorriso

 

Curiosidade

 

Quem indicou-me o que...

O primeiro objeto de aprendizagem foi sugerido por um grupo de alunos do 2o ano do Ensino Médio, no período que preparavam a sua participação no Varal de Matemática e Português que ocorreu na escola dia 17/10/9.Já o segundo e o quarto foi indicado por dois alunos do 3o ano do Ensino Médio, em função do mesmo Varal e do Portfólio do 1o Trimestre de 2009. E o terceiro foi uma pesquisa feita por um aluno da 8a série do Ensino Médio durante a elaboração do Portfólio do 2o Trimestre de 2009.

Espero que gostem....Muito Obrigada. Abração Alegre.sorriso

 

Este é super Supimpa!

 

Este sitehttp://www.skoool.pt/ dispõem de um link Recursos Didáticos de Matemática, também de Física...é ótimo...com objetos de aprendizagem para todos os níveis e de muito conteúdos.

Recebi esta indicação de um aluno do 2o ano, que encontrou durante sua pesquisa para elaborar o Portfólio de Matemática do 2o trimestre, que também serviu de trabalho para seu curso de informática do QI.

Não tive tempo de verificar todos os objetos mas em função da Valéria (nossa colega de Pós) estar pretendendo estudar as Frações, gostei das Atividades de Matemática 2o ciclo sobre este assunto, em especial: os itens 5, 6 e 7. Verifique Valéria!hehe

Além disso, há dois kit que podem ser baixados e que são muito interessante para ensinar Estatística - tratar de dados como futuras informações -...pretendo usar numa pesquisa que será realizada na escola em torno do Tema Consciência Negra.

 

Mais uma mensagem linda: VISITA DO ANJO DA GUARDA!.pps

 

Trabalho 7:

Comentários do Texto: O laboratório de computador: uma má ideia, atualmente santificada; de Gavriel Salomon.

 

Inicialmente concordo com o autor por dois motivos, primeiro: o computador é apenas um instrumento; segundo, é necessário mudanças no processo de aprendizagem como um todo para o computador ser realmente um instrumento.

Uma ideia que incômoda já no início do texto: “Afinal, só havia um quantidade determinada de coisas que poderiam ser memorizadas mecanicamente e só cálculos simples poderiam ser feitos nos dedos das mãos e dos pés. Ainda assim, esse aprendizado era realizado com prazer por todos”.

Questões com relação à frase supracitada: Será que em algum momento alguém conseguiu contar/enumerar todas as coisas que podiam ser memorizadas? Quem memorizada diferente de mecanicamente? Qual a coisa aprendida de forma prazerosa por todos, sem uma exceção?

Tais questões sugerem reflexões, pois ter a pretensão de que todos vão aprender com prazer tudo é ilusório, porque cada ser tem seu tempo e forma de ser. Aprender mecanicamente pode ser uma estratégia de aprendizado, como saber se cada um tem suas limitações e habilidade, como exemplo: “copiar e copiar um texto, até compreendê-lo para um pode ser decorar, para outro pode ser uma forma de aos poucos ir compreendendo as relações estabelecidas em cada cópia”. E por mais primitivo o período vivido não consigo imaginar um limite de coisas a ser aprendido, pelo simples motivo da necessidade humana de criar, ou seja, sua curiosidade não parece ter fronteira.

A associação do lápis ao computador - software é interessante, e a falta de controle de “quem adota qualquer instrumento” para possibilitar a aprendizagem de “alguma coisa” é verdadeira e necessária, já que o instrumento serve para auxiliar todo o aprendizado do agente em interação com o mesmo, sendo guiado por algo/alguém externo ou não. Como citado pelo autor, usar o lápis possibilita que as crianças escrevam além de desenhar.

A classe privilegia/escolhida por qualquer critério é reflexo do medo da mudança e fruto de uma educação excludente, ou seja, não é para todos o direito de aprender com este ou aquele instrumento, sendo indiretamente reflexo de situações sócio – político - econômicas de um determinado lugar.

As afirmações errôneas propostas pelo autor geram as certas: O computador é um instrumento para fazer e criar a serviço de matas que estão além dele mesmo, devendo ser integrado as atividades diárias de aprendizado. Faz-se uso de um instrumento para desenvolver habilidades com ele e não saber tudo sobre ele. O instrumento não deve ser um remendo para ensino deficiente, mas sim um meio – software - adequado que proporcione interação entre todos, autonomia do processo e exploração colaborativa, envolvendo o aprender fazendo, onde não há lugar para o dono do conhecimento, porém o software não é suficiente, exige atividades que objetivem desenvolver habilidade, em diferentes momentos.

Assim, conclui o autor: “Na verdade, quase tudo na aula deve mudar para tornar entrelaçados o currículo, as atividades de aprendizado, o comportamento do professor, as interações sociais, os objetivos de ensino e a avaliação, num ambiente de aprendizado orquestrado de forma totalmente nova” e o computador é apenas o gatilho para esta mudança. Mas para tal deve então haver ideias inovadoras e não mais e mais especialistas.

Ressalvo ainda a noção de que nem sempre todas as aulas podem ou devem ser dedicados à exploração e à descoberta permitidas pelo computador, da mesma forma, nem todo o aprendizado é prazeroso!

 

Minha avaliação das tarefas 6 e 7: Simples, curiosa e prazerosa no sentido de unir minha prática de sala de aula com esta dsiciplinado, e conhecer validar algumas das minhas convicções, como o texto acima, é muito gratificante. Adorei!(03/11/2009)

 

Mensagem: alguemteama.pps

 

Clique aqui: Tarefa Extra!!!

 

XIII EBRAPEM/GO - Artigo denominado: O Portfólio de Matemática: um instrumento de avaliação reflexiva e também uma estratégia de aprendizado, de acesso no link: gt11_bona_ta.pdf ou site do evento: http://www.ebrapem.mat.br/, foi apresentado em 06/07/2009, na UFG! FOI ÒTIMO!

Obrigada, Prof. Marcus Vinicius de Azevedo Basso!

 

Observação Interessante ao Mundo:

Pensando  certo?

 

INTERSSANTE....resultado de momento....

O trabalho sobre Matrizes do Grupo: Aline, Valéria e Willi, apresentado a Professora Maria Paula Fachian é fruto desta disciplina, pois durante a pesquisa para o trabalho 2, conversando com os alunos da turma 200, eles encontraram um obejto de aprendizagem que gostaram, e todos fizeram com alegria....então exploramos por completo, verifique no link: MatrizesAlineValeriaWilli.doc

 

Minha avaliação deste trabalho interessante: Muito bom, adorei construir a proposta de verificação da aprendizagem de matrizes partindo de um projeto de estudantes do segundo ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Ruben Berta em 2009. Aprendi com os estudantes! òtimo! (05/12/2009).

 

Comments (1)

Valéria Lessa said

at 11:07 am on Aug 24, 2009

Legal! Amiga

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